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Mais Portugal Turismo

Nosso intuito é divulgar Portugal de forma a torná-lo ainda mais conhecido por nossa gente, e internacionalmente através da sua história, arquitetura, gastronomia, belezas naturais e manifestações culturais.

Mais Portugal Turismo

Nosso intuito é divulgar Portugal de forma a torná-lo ainda mais conhecido por nossa gente, e internacionalmente através da sua história, arquitetura, gastronomia, belezas naturais e manifestações culturais.

Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra - Coimbra (Portugal).

14.05.18 | TZLX

A Biblioteca Joanina é uma biblioteca do século XVIII situada no Palácio das Escolas da Universidade de Coimbra, no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Apresenta um estilo marcadamente rococó, sendo reconhecida com uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias. Além de local de pesquisa de muitos estudiosos, o espaço é ainda frequentemente utilizado para concertos, exposições e outras manifestações culturais.

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Ponte 25 de Abril - Lisboa (Portugal).

14.05.18 | TZLX

A Ponte 25 de Abril é uma ponte suspensa rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal. A ponte atravessa o estuário do rio Tejo na parte final e mais estreita — o designado gargalo do Tejo.
A 5 de Novembro de 1962 iniciaram-se os trabalhos de construção. Menos de quatro anos após o início destes, ou seja, passados 45 meses, a ponte sobre o Tejo foi inaugurada (seis meses antes do prazo previsto), cerimónia que decorreu no dia 6 de Agosto de 1966, do lado de Almada, na presença das mais altas individualidades portuguesas, entre as quais se destacou o Presidente da República, Almirante Américo de Deus Rodrigues Tomás, o Presidente do Conselho de Ministros, António de Oliveira Salazar e o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, passando a ser chamada Ponte Salazar (ainda que a sua designação legal se mantivesse como sendo Ponte Sobre o Tejo), em honra ao Presidente do Conselho.

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Santuário de Fátima - Fátima, Ourém (Portugal

11.05.18 | TZLX

Ergue-se no local onde, em 13 de Maio de 1917, os três pastorinhos brincavam "a fazer uma paredita", quando, de repente, viram um relâmpago que os assustou e fez com que juntassem o rebanho para regressarem a casa. O projecto foi concebido pelo arquitecto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquitecto João Antunes. Em 13 de Maio de 1928 foi benzida a primeira pedra pelo arcebispo de Évora, D. Manuel da Conceição Santos. A sagração foi a 7 de Outubro de 1953. O título de "Basílica" foi-lhe concedido por Pio XII, no breve "Luce Superna", de Novembro de 1954.
O edifício, que mede 70,5 metros de comprimento e 37 de largura, foi construído totalmente com pedra da região (lugar do Moimento) e os altares são de mármore de Estremoz, de Pero Pinheiro e de Fátima.
A torre sineira, erguida ao centro do conjunto arquitectónico, tem 65 metros de altura e é rematada por uma coroa de bronze de 7.000 quilos, construída na fundição do Bolhão, Porto, encimada por uma cruz iluminada que, de noite, se avista a longa distância. O carrilhão é composto por 62 sinos, fundidos e temperados em Fátima por José Gonçalves Coutinho, de Braga. O sino maior pesa 3.000 quilos e o badalo 90. O relógio é obra de Bento Rodrigues, de Braga. Os anjos da fachada, de mármore, são da autoria de Albano França.
À entrada da Basílica, por cima da porta principal, encontra-se um mosaico que representa a Santíssima Trindade a coroar Nossa Senhora. Foi executado nas oficinas do Vaticano e ali benzido pelo então Secretário de Estado, Cardeal Eugénio Paccelli, futuro Papa Pio XII, o "Papa de Fátima".
[Fonte: Santuário de Fátima].

Foto de Rui Barreira.

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Portinho da Arrábida - São Lourenço, Setúbal (Portugal).

11.05.18 | TZLX

É um verdadeiro paraíso à beira-mar plantado. A 14 quilómetros de Setúbal, o Portinho da Arrábida é uma baía magnífica e foi declarada como uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, na categoria de Praia e Falésias. A praia é de uma beleza incomparável, com a areia branca e fina e as águas transparentes e luminosas a contrastar com a imponente austeridade da serra da Arrábida.
O Portinho da Arrábida, pequena aldeia pertencente à freguesia de São Lourenço, concelho e distrito de Setúbal, é conhecido pela praia adjacente à localidade. Localizada na Serra da Arrábida, tem a Sul o Oceano Atlântico, junto à foz do rio Sado. Um dos acessos, vindo de Setúbal, faz-se por terra, pelo coração da serra, através de uma estrada montanhosa, estreita e com um pavimento algo irregular. A dificuldade do caminho é, porém, compensada pela beleza das paisagens que acompanham o percurso.
Chegados ao sopé da serra, deparamo-nos então com a praia do Portinho da Arrábida, considerada uma das mais bonitas de toda a costa portuguesa. Em frente, encontra o Parque Marinho Professor Luís Saldanha, o qual apresenta uma área com elevadíssima biodiversidade, conhecendo-se mais de mil espécies de fauna e flora marinhas, e cuja riqueza não tem igual, tanto a nível nacional como europeu. De salientar ainda a célebre Pedra da Anixa, um afloramento rochoso, a cerca de 100 metros da praia, conhecida por ser uma reserva zoológica do Parque Natural da Arrábida e por ser um local de caça submarina.
[Fonte (adaptado): Paulo Brilhante].

Foto de Rossana Ferreira.

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Praia da Lagoa de Albufeira - Castelo, Sesimbra, Setúbal (Portugal).

11.05.18 | TZLX

A Praia da Lagoa de Albufeira localiza-se no concelho da Sesimbra, na freguesia do Castelo (Sesimbra).
A Lagoa é alimentada pela água doce das ribeiras da Apostiça, Ferraria e Aiana, e pela água salgada do mar, quando o cordão dunar é aberto oficialmente na primavera. É constituida por três lagoas: a Grande, a pequena e a da Estacada. Ao atingir os 15 metros de profundidade máxima, a Lagoa de Albufeira é considerada a mais funda de Portugal.
Rodeada por pinhal em quase todo o perímetro, conta com pequenos areais junto do mar e na margem norte. As águas calmas e o vento criam condições para a prática de winsdurf, kitesurf e vela. Procurada por inúmeras famílias com crianças, o trânsito pode ser caótico aos fins de semana. Em plataformas no meio da lagoa existem viveiros de mexilhão.
Integra, desde 1987, a Reserva Ecológica Nacional, sendo uma zona de protecção especial de aves. Tem excelentes condições para a prática de vela, windsurf, kitesurf e canoagem. A praia é muito procurada para a prática de surf e bodyboard.

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Sé Catedral de Silves - Silves, Algarve (Portugal).

11.05.18 | TZLX

São ainda muito obscuras as origens da Sé de Silves. Em 1189, data da primeira conquista da cidade pelas tropas cristãs, então comandadas por D. Sancho I, as notícias referem que a catedral foi sagrada sobre a antiga mesquita maior, situação que se terá repetido na conquista definitiva desta parcela do território. Infelizmente, não foi identificado, até ao momento, qualquer vestígio material que comprove essa continuidade cultual sobre um mesmo espaço, não obstante "os silhares da base da antiga torre sineira, situada junto ao topo norte do transepto" apresentarem "um desgaste muito superior a qualquer dos restantes" e de, por isso, poderem ser anteriores à fundação da catedral cristã (GAMITO et alli, 1997, p.280).
O edifício que hoje se conserva é uma construção claramente gótica, iniciada pelos meados do século XIII e cuja conclusão se arrastou extraordinariamente. Em 1268, solucionava-se a questão do senhorio do Algarve, mantida entre D. Afonso III e Afonso X, facto que permitia, finalmente, uma maior atenção do monarca nacional para as questões de povoamento e de organização dos homens na nova província-reino. A essa segunda metade do século XIII deve corresponder a cabeceira ou, mais propriamente, a organização geral de volumes da parte principal do templo. Certo é que um século mais tarde o projecto estava longe de se encontrar concluído e a própria cabeceira devia já apresentar alguns sinais de ruína, em consequência de um violento sismo na cidade e, com grande probabilidade, do próprio estado inacabado do estaleiro. Indício disso mesmo é a parcial reformulação do projecto da cabeceira, denunciado, em particular, pela presença de uma janela mainelada no alçado Sul.
Mas a principal campanha de obras que hoje se pode identificar data já do século XV. Na década de 40 deu-se decisivo impulso ao monumento, simplificando-se, para isso, o programa original gótico, porventura demasiado ambicioso para os recursos económicos da diocese. Mário Chicó notou já o carácter mais austero da nave, em relação à cabeceira e transepto. O portal principal, encaixado num robusto alfiz, denota uma decoração capitelar que podemos considerar já batalhina, contemporânea da lápide sepulcral de D. João II, diante do altar-mor.
A feição actual da Sé Catedral de Silves não se deve apenas a esta campanha quatrocentista. Ela é fruto de novas obras levadas a cabo no século XVIII, na sequência do terramoto de 1755, e no século XX, no âmbito do restauro patrimonial em série conduzido pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN).
Após 1755, partes consideráveis das naves haviam ruído. A campanha então posta em marcha foi bastante rápida, na linha das apressadas reconstruções empreendidas um pouco por todo o país após a calamidade que assolou Lisboa. Em 1758 estaria já terminada e a ela corresponde a parte alta da fachada principal, com o seu remate tipicamente barroco, e parte substancial da fachada lateral Sul, com a sua nova torre sineira.
A partir de 1938, e por um período de sensivelmente quatro anos, a DGEMN patrocinou o restauro da Catedral de Silves, com vista a devolver o edifício à sua pureza gótica original. Procedeu-se, então, à demolição de diversos anexos, em especial a sacristia barroca, bem como ao desafogamento de todo o edifício.
Apesar destas múltiplas fases construtivas, a Sé de Silves mantem-se como o principal monumento gótico do Algarve e aquele onde as dominantes estéticas mais vanguardistas se fizeram sentir, como é o caso da poderosa influência do Mosteiro da Batalha, cujo eco praticamente não se testemunha em outras construções algarvias, mas que em Silves é uma das principais marcas da sua fábrica.

Foto de Frank Wijn.

 

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Castelo de Valongo - Montoito, Nossa Senhora de Machede, Évora (Portugal).

11.05.18 | TZLX

Construção medieval, trecentista, erigida sobre uma fortificação muçulmana como é atestado por pelo artigo de António Rei " na revista "Cidade de Évora", verificando-se ainda, no interior do castelo a existência de algumas inscrições islâmicas.
O monumento possui planta quadrada, consolidado nos ângulos por quatro torres, com adarve protegido por sólidas ameias, estas também de secção quadrangular. A torre de Menagem, de três registos, assentes sobre abóbadas em tijolo de cruzaria de ogiva, virada a Oeste, possui uma outra, de menores dimensões adossada à sua caixa murária, onde se rasga, uma entrada lateral. As seteiras existentes, de tipologia tipicamente medieval, atestam uma fase re-construtiva do monumento que remete para os séculos XIV e XV. [Fonte: SML - DGPC, IP].

Foto de Nuno Trindade

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Estátua de D. Nuno Álvares Pereira [do escultor Leopoldo de Almeida] – Mosteiro da Batalha, Batalha (Portugal).

11.05.18 | TZLX

D. Nuno Álvares Pereira, também conhecido como o Santo Condestável, Beato Nuno de Santa Maria, hoje São Nuno de Santa Maria, ou simplesmente Nun' Álvares (Paço do Bonjardim ou Flor da Rosa, 24 de Junho de 1360 – Lisboa, 1 de Novembro de 1431) foi um nobre e guerreiro português do século XIV que desempenhou um papel fundamental na crise de 1383-1385, onde Portugal jogou a sua independência contra Castela. Nuno Álvares Pereira foi também 2.º Condestável de Portugal, 38.º Mordomo-Mor do Reino, 7.º conde de Barcelos, 3.º conde de Ourém e 2.º conde de Arraiolos.
Considerado como o maior guerreiro português de sempre e um génio militar. Comandou forças em número inferior ao inimigo e venceu todas as batalhas que travou. É o patrono da infantaria portuguesa.
Uma escultura sua encontra-se no Arco da Rua Augusta, na Praça do Comércio, em Lisboa, outra no castelo de Ourém e uma, equestre, no exterior do Mosteiro da Batalha. Tem também uma estátua em Flor da Rosa, um dos dois locais apontados como sua terra natal.
São Nuno foi canonizado pelo Papa Bento XVI, em 26 de abril de 2009, e sua festa é a 6 de Novembro.

Foto de Alexandre Neves.

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Sé Nova de Coimbra - Coimbra (Portugal).

11.05.18 | TZLX

O Colégio de Jesus foi edificado durante a Reforma do ensino universitário levada a cabo por D. João III e orientada por Frei Brás de Braga, iniciando-se com a transferência da Universidade para Coimbra. Esta reforma contemplava não só a modernização dos estudos superiores, mas também a edificação de diversos colégios na cidade mondeguina que serviam para leccionar as disciplinas de base ou para albergar os estudantes (LOBO, Rui Pedro, 1999, pp. 7-8).
A Companhia de Jesus, implantada em Portugal desde 1540, mostrou-se muito "(...) interessada em obter influência sobre o ensino preparatório e universitário (...)" devido à necessidade de preparar os seus missionários para a evangelização no Oriente, pelo que o jesuíta Simão Rodrigues decidiu fundar em Coimbra o primeiro colégio da ordem em solo português (Idem, ibidem, p. 11).
A edificação do Colégio de Jesus foi iniciada em 1547, estando o edifício situado na Alta da cidade. A primeira fase das obras arrastou-se por vários anos, e em 1560 a planta original foi modificada de modo a adaptar-se melhor ao elevado número de religiosos que iriam habitar o complexo.
Embora não haja qualquer indicação documental sobre a autoria do Colégio de Jesus, sabe-se que o projecto foi delineado por um arquitecto régio. Edificado depois da construção da Igreja de São Roque de Lisboa, o colégio coimbrão apresenta um modelo que constituí uma "evolução operativa" do templo lisboeta, pelo que o seu risco foi muito provavelmente traçado por Afonso Álvares, autor da planta da casa-mãe jesuíta na capital (idem, ibidem, p. 31).
O conjunto edificado segue um esquema utilizado desde a Idade Média em edifícios utilitários, um corpo regular de planimetria cruciforme constituído por alas, onde se inserem as celas e os respectivos corredores, e pátios internos. Este modelo difere, em determinadas soluções adoptadas na prática, do projecto desenhado pelo arquitecto. As modificações prendem-se com questões concretas relacionadas com a implantação, orientação e disposição funcional do Colégio, demonstrando a "(...) flexibilidade das soluções construídas dos estabelecimentos jesuítas (...)", mesmo que a Companhia defendesse a promoção de um programa estruturado, racional e rígido para todas as suas obras (idem, ibidem, p. 14). O Colégio de Jesus foi muito alterado na segunda metade do século XVIII devido à reforma pombalina do edifício.
A construção da igreja do Colégio de Jesus iniciou-se somente em 1598, dando origem a um edifício muito diferente das plantas primitivas. Será Baltazar Álvares, "arquitecto oficial" da Companhia de Jesus em Portugal, o autor da nova planta do templo do colégio coimbrão, fortemente influenciada pelo modelo romano de São Vicente de Fora (Idem, ibidem, p. 32).
A planta segue o esquema em cruz latina abobadada inspirado em Il Gesú de Roma, apresentando um espaço interior de nave única dividida em quatro tramos, com transepto e capelas laterais intercomunicantes, e cruzeiro coberto por cúpula semi-esférica com lanternim. Resultante de uma campanha de obras morosa, a nave do templo só foi aberta ao culto em 1640, e o templo seria oficialmente inaugurado em 1698, cem anos depois do início da construção.
A fachada do templo, embora tenha sido terminada no século XVIII, apresenta-se também muito próxima do modelo maneirista de Il Gesú (Idem, ibidem, p. 33). Composta por dois corpos sobrepostos separados por uma cornija, tem no registo inferior cinco tramos divididos por pilastras toscanas. O frontispício é marcado pela robustez dos volumes e a verticalidade da estrutura, pontuada pela abertura simétrica de janelas e pela disposição de nichos com imagens de santos jesuítas, e lateralmente foram edificadas no final do século XVII duas torres recuadas em relação ao alçado, um elemento típico na arquitectura religiosa seiscentista, que marca um contraste entre a fachada da igreja coimbrã e o seu protótipo romano.
[Fonte: Catarina Oliveira

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Praia Dona Ana - Lagos, Algarve (Portugal).

11.05.18 | TZLX

O acesso à praia desemboca num pequeno miradouro de onde se podem contemplar as curiosas formações rochosas carbonatadas esculpidas pelas águas doces e salgadas: ravinamentos, leixões, restos de algares e grutas. Nos leixões dispersos pelo horizonte brilham inúmeros pontos brancos: gaivotas, garças ou guinchos repousam nestas plataformas sobranceiras ao mar. Plantas com adaptações especiais à salsugem, como a barrilha ou a salgadeira, revestem as paredes rochosas formando enormes arbustos. O areal desdobra-se em reentrâncias geradas pelo recorte da arriba, proporcionando recantos resguardados aos banhistas. Já dentro de água, um passeio de máscara e barbatanas revela um colorido diferente: algas, anémonas, estrelas-do-mar, ouriços, camarões ou cardumes de pequenos peixes, povoam os blocos rochosas imersos. É possível percorrer um trilho pelo topo da arriba, a nascente da praia, alcançando a Praia do Pinhão. A D. Ana é uma praia afamada e muito frequentada, possuindo vários equipamentos turísticos na sua envolvente.
[Fonte: Turismo do Algarve].

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