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Mais Portugal Turismo

Nosso intuito é divulgar Portugal de forma a torná-lo ainda mais conhecido por nossa gente, e internacionalmente através da sua história, arquitetura, gastronomia, belezas naturais e manifestações culturais.

Mais Portugal Turismo

Nosso intuito é divulgar Portugal de forma a torná-lo ainda mais conhecido por nossa gente, e internacionalmente através da sua história, arquitetura, gastronomia, belezas naturais e manifestações culturais.

Castelo de Leiria – Leiria (Portugal).

07.04.21 | TZLX

Monumento emblemático da história da cidade e do país, a configuração actual do castelo de Leiria resulta de quatro grandes períodos interventivos: o Românico do século XII; o Gótico dionisio, da primeira metade do século XIV; Gótico joanino, de inícios do século XV, e as correntes restauradoras de finais do século XIX e primeira metade do século XX.
Pouco sabemos acerca das primeiras obras do castelo. A sua relevância militar, numa zona de transição entre Coimbra e Lisboa, determinou a construção de um dos principais redutos defensivos do tempo de D. Afonso Henriques, mas a verdade é que o que hoje podemos observar é muito mais fruto de campanhas posteriores. A torre de menagem, de robusta secção quadrangular, é disso um exemplo, tendo sido iniciada apenas em 1324, em pleno final de reinado de D. Dinis.
A dinastia de Avis escolheu este castelo como um dos principais monumentos simbólicos da sua autoridade e poderio. O paço de D. João I é uma construção exemplar, de grande rigor construtivo e estético. Impõe-se sobre a muralha medieval, que aproveita como parede e alicerce, e organiza-se em quatro andares, de estudada racionalidade e operatividade. Os dois pisos inferiores, destinados a arrecadações e serviços domésticos, praticamente não se vislumbram do exterior, ocultados pela robusta massa pétrea do castelo. Os dois superiores possuem tal impacto visual que se assumem como imagem de marca do próprio castelo e, até, da cidade.
Destinados à família real e às recepções por si patrocinadas, são um dos mais impressionantes conjuntos de arquitectura palaciana de carácter real que nos chegaram da Idade Média. Na face virada ao burgo, sobre a muralha, uma ampla e muito restaurada loggia, de oito arcos de capitéis geminados, foi concebida como espaço de lazer e de convívio, aproveitando a panorâmica sobre a cidade (BARROCA, 2002, p.95). Para esta loggia acedia-se através de uma sala de cerca de 130m2, designada por Aula Régia ou Salão Nobre, espaço destinado, pelo monarca, à audiência e recepção. Contrapondo-se à loggia, um vestíbulo antecedia a entrada nesta sala, formando-se, assim, uma primeira linha de simetria do conjunto.
Um segundo eixo de simetria era formado pelas dependências extremas do paço, destinadas aos quartos de dormir e de privacidade da família real, dotados de andar superior (que formavam duas torres harmónicas na silhueta do conjunto) e providos de lareiras e latrinas (VIEIRA DA SILVA, 1995, p.121).
Do paço à capela palatina acedia-se por um passadiço. Essa capela não era mais que a igreja de Nossa Senhora da Pena, ou de Santa Maria do Castelo, o primeiro templo da cidade, documentado logo na década de 40 do século XII (GOMES, 1995, p.187) e que, no reinado de D. João I, foi totalmente refeita. É um pequeno templo, de nave única, com alto arco triunfal apontado, capela-mor poligonal relativamente iluminada e entrada principal lateral, enquadrada por um gablete.
A obra da igreja revela grande homogeneidade para com a do paço e constitui um dos monumentos de referência da arte gótica de inícios do século XV, ao reflectir fielmente os esquemas estéticos do grande monumento dessa centúria: o Mosteiro da Batalha. Com efeito, são muitas as características batalhinas que aqui encontramos, desde a semelhança da capela-mor para com os absidíolos de Santa Maria da Vitória, os capitéis vegetalistas a dois registos e de folhagem exuberante, até às marcas de canteiro, a maioria repetindo outras da Batalha (GOMES, 1995, p.205).
No reinado de D. Manuel, fizeram-se obras no templo, como o prova a flora e perfil das mísulas que suportam a abóbada da sacristia, mas os séculos seguintes caracterizaram-se por um progressivo abandono de toda a estrutura militar leiriense. Na segunda metade do século XIX, quando Ernesto Korrodi pertendeu intervir no conjunto, grande parte do complexo medieval estava em ruína e a sua feição actual data das grandes campanhas restauradoras conduzidas nos anos 40 do séc. XX.
[Fonte: PAF - Direção-Geral do Património Cultural]

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Elétrico 22 [Linha da Baixa] – Porto (Portugal).

06.04.21 | TZLX

A rede de carros elétricos históricos da STCP, SA – Porto Tram City Tour – constitui um ex-libris incontornável da cidade do Porto. Com uma história que remonta a 1872, ano em que é inaugurada a primeira linha de “carros americanos” da cidade do Porto, a rede de carros elétricos da STCP é atualmente constituída por 3 linhas distintas que percorrem as zonas mais emblemáticas da cidade:
A Linha 22, ou Linha da Baixa, percorre as artérias mais emblemáticas do centro da cidade do Porto num percurso circular entre o Carmo e a Batalha/Guindais.
Percorrendo a Baixa e o centro histórico permite apreciar a riqueza do património edificado da cidade, com exemplares como o Teatro S. João, conjunto de edifícios da Avenida dos Aliados, Paços do Concelho, Edifício da Reitoria da Universidade do Porto, Igrejas do Carmo e Carmelitas, Centro Português de Fotografia, Torre e Igreja dos Clérigos, Livraria Lello, Estação de S. Bento, e zona comercial, combinando a riqueza do programa com a possibilidade de viajar num meio de transporte centenário.
A rede de carros elétricos históricos da STCP, SA – Porto Tram City Tour – constitui um ex-libris incontornável da cidade do Porto. Com uma história que remonta a 1872, ano em que é inaugurada a primeira linha de “carros americanos” da cidade do Porto, a rede de carros elétricos da STCP é atualmente constituída por 3 linhas distintas que percorrem as zonas mais emblemáticas da cidade:
A Linha 22, ou Linha da Baixa, percorre as artérias mais emblemáticas do centro da cidade do Porto num percurso circular entre o Carmo e a Batalha/Guindais.
Percorrendo a Baixa e o centro histórico permite apreciar a riqueza do património edificado da cidade, com exemplares como o Teatro S. João, conjunto de edifícios da Avenida dos Aliados, Paços do Concelho, Edifício da Reitoria da Universidade do Porto, Igrejas do Carmo e Carmelitas, Centro Português de Fotografia, Torre e Igreja dos Clérigos, Livraria Lello, Estação de S. Bento, e zona comercial, combinando a riqueza do programa com a possibilidade de viajar num meio de transporte centenário.

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Praia da Costa de Caparica – Almada (Portugal).

06.04.21 | TZLX

A Praia da Costa da Caparica faz parte de um conjunto de praias que se estendem ao longo de 15 quilómetros, constituída por longos e finos areais, rodeados de dunas, bosques serras e sapais. A maioria das praias é vigiada durante o Verão e possuem estacionamento e restaurantes/bares de apoio. Têm excelentes condições para a prática de surf, windsurf, bodyboard e vela.
A Praia da Costa da Caparica é muito popular, com muito comércio, hotelaria, 6 parques de campismo (3 privados - GNR, Inatel, Escuteiros), inúmeros cafés, restaurantes variados onde se pode apreciar uma boa refeição de peixe ou marisco. É muita a animação noturna, espalhada pelos inúmeros concessionários da praia.
O comboio, a funcionar, unicamente nos meses de Verão passeia os veraneantes ao longo das praias.

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Ponte da Barbeita [Ponte medieval que atravessa o rio de Mouro] – Barbeita, Monção (Portugal).

06.04.21 | TZLX

A ponte sobre o rio Mouro é uma das mais impressionantes estruturas de passagem medievais, elevando-se a grande altura sobre um imponente maciço rochoso. A sua importância, no contexto das pontes históricas nacionais, não se deve à dimensão - uma vez que é constituída apenas por um arco -, nem por ser um marco estilístico ou evolutivo no âmbito da construção deste tipo de estruturas. Ao invés, ela impressiona, ainda hoje, pelo seu impacto cenográfico, mas também por ser uma notável obra de engenharia, factos que, conjugados, conferem-lhe um lugar importante na história da actividade pontística medieval no Noroeste do país.
À semelhança de uma grande maioria de pontes, também esta é apontada como sendo, originalmente, romana, mas reformada num momento desconhecido da Baixa Idade Média. Na actualidade, são escassos os elementos que podemos atribuir a um período tão recuado, mas talvez grande parte da estrutura do arco, "constituído por blocos de granito de razoáveis dimensões" (PINTO, 1998, coord., p.76) - em particular as suas secções inferiores -, possa datar dessa época. Também o perfil do vão, em volta perfeita, deve constituir um elemento do período romano, posteriormente mantido na reforma baixo-medieval, assim como grande parte do pavimento, à base de grandes lajes de talhe regular.
Mais elucidativos são os indícios da reforma executada pelos séculos XIII-XIV. O tabuleiro em cavalete de dupla rampa não horizontal, a integração de silhares de menor qualidade e formalmente heterogéneos, a pouca largura do tabuleiro, e o pavimento de acesso à ponte, com recurso a calçada de pedras de pequena dimensão, são os indicadores mais evidentes. Por outro lado, também o facto de a ponte apresentar uma ligeira curva pode ser uma característica medieval, encurtando-se, nessa altura, a largura da estrutura e dotando-a de um dinamismo tipológico que não é comum encontrar-se nas racionais obras romanas.
Se não existem, portanto, grandes dúvidas acerca da reformulação medieval da ponte, é extraordinariamente difícil identificar, com segurança, o momento em que foi executada. Aníbal Soares Ribeiro sugeriu os primeiros anos da década de 80 do século XIV (RIBEIRO, 1998, p.175), uma vez que, em 1386, a ponte foi o local escolhido por D. João I e pelo seu futuro sogro, o duque de Lencastre, para celebrar o acordo entre o "novo" Portugal de Avis e a Inglaterra, de que resultou, por exemplo, o casamento entre o monarca nacional e D. Filipa de Lencastre. A verdade, porém, é que este facto é apenas indicativo e está longe de provar que a reformulação medieval tenha ocorrido nessa altura. Como uma grande maioria de pontes, por todo o país, o facto de serem estilisticamente incaracterísticas dificulta uma melhor contextualização cronológica.
Desconhecemos, por completo, a sua história ao longo da época moderna. Uma informação de 1627 dá conta da existência de obras pontuais, contratadas com o pedreiro Amaro Franco que, para as executar, recebeu 880$000 (DGEMN, on-line), mas nada nos esclarece acerca da natureza dos trabalhos então efectuados.
Só muito recentemente, em 1979, voltamos a ter indicações precisas acerca de obras na ponte. Nesta data, a Câmara Municipal de Monção promoveu um restauro pontual, limitando-se a consolidar parte da estrutura e a manter o pavimento e os acessos desimpedidos. Dezanove anos antes, a 1 de Dezembro de 1960, a mesma autarquia colocou uma placa comemorativa do encontro entre D. João I e o duque de Lencastre, iniciativa que se compreende no contexto das comemorações nacionalistas que percorreram grande parte do Estado Novo e que, neste caso, confirmou um elemento de memória colectiva para as gentes do concelho.
Monumento fundamental no rio de Mouro, afluente do Minho pautado por azenhas ribeirinhas - hoje praticamente abandonadas - a ponte da Barbeita (como também é localmente conhecida) impõe-se na paisagem actual da mesma forma que, em tempos romanos e medievais, marcou estas margens.

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Monsaraz – Reguengos de Monsaraz, Évora (Portugal).

06.04.21 | TZLX

A Vila Medieval de Monsaraz é, actualmente, a varanda do Grande Lago de Alqueva, constituindo-se num dos mais bonitos postais turísticos de Portugal. A sua envolvente deixa recuar o nosso imaginário por muitos séculos e a presença de mais de 150 monumentos megalíticos dá-nos o prazer de percorrermos estórias com mais de cinco mil anos, donde destacamos o Cromeleque do Xerez, O Menir do Barrocal (o segundo maior da Península Ibérica, com 5,70m), a Rocha dos Namorados ou o Menir da Belhoa...
Devido à sua posição geográfica, a colina de Monsaraz sempre ocupou um importante lugar na história do Concelho, tendo sido ocupada por diversos povos desde a pré-história.
No séc. VIII, Monsaraz cai sob domínio do Islão através das invasões muçulmanas que ocuparam grande parte da Península Ibérica. Passou a designar-se Saris ou Sarish e a pertencer ao reino de Badajoz, um dos maiores e mais importantes focos da cultura árabe.
Em 1167, foi conquistada aos muçulmanos por Geraldo Sem Pavor numa expedição que partiu de Évora, também esta recém-conquistada. Após a derrota de D. Afonso Henriques em Badajoz, Monsaraz cai novamente em poder dos árabes. Em 1232, apoiado por cavaleiros templários, D. Sancho II reconquista-a em definitivo, sendo posteriormente doada à Ordem do Templo.
Após as guerras de 1383-1385, a Vila de Monsaraz é integrada na Casa de Bragança e passa a ser uma das mais preciosas fontes de rendimento da grande casa ducal portuguesa.
Em 1512, D. Manuel concede novo foral à Vila de Monsaraz, reformulando a vida pública e jurídica do Concelho. Após a Restauração de 1640, a Vila recebeu importantes acrescentos táticos, como o levantamento de uma nova cintura abaluartada, tornando-se numa poderosa “cidadela inexpugnável”, interligada com o sistema defensivo de Elvas, Juromenha, Olivença e Mourão.
A sua condição de vila medieval acastelada, o impetuoso crescimento das aldeias de Reguengos, a riqueza das actividades artesanais e vinícolas e a fidelidade da população de Monsaraz aos ideais miguelistas derrotados na guerra civil (1828-1834) foram os factores que contribuíram para a transferência da sede de Concelho de Monsaraz para Vila Nova de Reguengos em 1838, onde se estabeleceu definitivamente em 1851.

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Claustros do Mosteiro dos Jerónimos – Lisboa (Portugal).

06.04.21 | TZLX

Destinado essencialmente ao isolamento da comunidade monástica, era um local aprazível e sereno que permitia a oração, a meditação e o recreio dos monges da Ordem de S. Jerónimo.
Projectado por Diogo de Boitaca, que iniciou os trabalhos no começo do século XVI, foi continuado por João de Castilho a partir de 1517 e concluído por Diogo de Torralva entre 1540 e 1541. Pelo seu valor e simbologia, o claustro do Mosteiro dos Jerónimos representa um dos monumentos mais significativos da arquitectura manuelina. De duplo piso abobadado e planta quadrangular, apresenta na sua decoração a originalidade deste estilo, ao conjugar símbolos religiosos (elementos da Paixão de Cristo, entre outros), régios (cruz da Ordem Militar de Cristo, esfera armilar, escudo régio) e elementos naturalistas (cordas e motivos vegetalistas que coabitam com um imaginário ainda medieval, de animais fantásticos).
Na ala norte do claustro inferior encontra-se o túmulo de Fernando Pessoa, da autoria de Lagoa Henriques, executado em 1985.

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Cidade do Porto

01.04.21 | TZLX

Como pontos turísticos, destacam-se a Torre dos Clérigos, da autoria de Nicolau Nasoni, e a Fundação de Serralves, um museu de arte contemporânea. O Centro Histórico é Património da Humanidade, classificado pela UNESCO. A Foz é outra zona altamente turística, por muitos considerada a mais bela zona da cidade, onde se pode desfrutar da beleza do Oceano Atlântico conjugada com um belíssimo e romântico passeio marítimo.

Foi capital europeia da cultura em 2001 (Porto 2001) e acolheu vários jogos do Campeonato Europeu de Futebol de 2004, nomeadamente o jogo de abertura. Ainda, em evidência, está o Mercado do Bolhão, um símbolo arquitetónico de comércio tradicional, onde se encontram as famosas vendedeiras do Mercado, características da cidade. Está prevista a intervenção do Arquiteto Joaquim Massena para o restauro e reabilitação no Mercado do Bolhão, dotando-o de infra-estruturas de salubridade para o comércio de frescos, bem como a inclusão de novas funcionalidades, mantendo toda a estrutura Patrimonial.

O conjunto histórico classificado pela UNESCO, é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade do Porto, onde se podem encontrar diversos pontos de comércio, praças e edifícios históricos, que estão na origem da cidade, como a Sé Catedral.

É também amplamente visitado na cidade, sobretudo por peregrinos portugueses e alemães, o Convento do Bom Pastor, situado em Paranhos, por nele ter vivido e morrido com fama de santidade a Irmã Maria do Divino Coração, condessa Droste zu Vischering, a qual se tornou mundialmente conhecida por ter influenciado o Papa Leão XIII a efectuar a consagração do Género Humano ao Sagrado Coração de Jesus. Posteriormente, no ano de 1964, a religiosa foi proclamada Venerável pela Igreja Católica e foi depois beatificada no dia 1 de novembro de 1975 pelo Papa Paulo VI. Este convento possui duas capelas para culto público e um museu com inúmeras relíquias da Bem-aventurada Madre Superiora das Irmãs do Bom Pastor dessa comunidade.

Em 2012 e 2014, a cidade do Porto foi eleita "Melhor Destino Europeu", distinção atribuída anualmente pela "European Consumers Choice". Em 2013, foi eleita o "Melhor Destino de férias na Europa" pela Lonely Planet. Também, no ano de 2014, a revista Business Destinations, que organiza anualmente os Business Destinations Travel Awards, considerou que a Alfândega do Porto é o melhor espaço para "reuniões e conferências" da Europa, elegendo este centro de congressos pela sua qualidade e inserção urbana e, nesse mesmo ano, a edição europeia do Wall Street Journal dedicou duas páginas à cidade do Porto, que sugeriu como a cidade "fascinante e charmosa ... perfeita para um fim de semana prolongado". No ano de 2015, a cidade do Porto volta a ser escolhida como um dos principais destinos turísticos da Europa, fazendo parte de uma lista de 10 polos turísticos feita pelo jornal britânico The Guardian. Em Fevereiro de 2017, o Porto foi novamente eleito, pela "European Consumers Choice", "Melhor Destino Europeu" do ano É a terceira vez que a cidade é distinguida com esse galardão e a única a conseguir esse feito por três vezes

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Porto, Cidade

01.04.21 | TZLX

O território do Porto tem uma área de 45 quilómetros quadrados e uma população de cerca de 240 mil pessoas, sendo a segunda maior aglomeração urbana do país. A cidade é conhecida como a capital do Norte e seu Centro Histórico é classificado como Património Mundial da UNESCO desde 1996.

A cidade do Porto é conhecida como a Cidade Invicta e como a Capital do Norte. Foi a cidade principal do Entre Douro e Minho e a capital da região do Douro Litoral, que são dois territórios identitários que ainda hoje têm forte coesão, em termos físicos, naturais, humanos e sociais, estando localizada num dos pontos nucleares da bacia hidrográfica do rio Douro. O Porto é, frequentemente, referido como a cidade portuguesa com o temperamento mais centro-europeu, devido ao bucolismo requintado do seu espaço urbano (a fazer lembrar o requinte das cidades comerciais e capitalistas dos países centrais e nórdicos da Europa que se encontram localizadas perto dos rios e do oceano), surgido das influências estruturais que moldaram os seus habitantes e o temperamento da cidade: a Monarquia de Portugal, a influência cultural dos Judeus e a forte ligação a Inglaterra, com uma forte presença britânica. É a cidade onde vive a maior comunidade britânica em Portugale onde se encontram as raízes judaicas mais antigas[ e consistentes dos portugueses, através de uma herança «marrana», «cripto-judaica» e «cristã-nova» muito forte.

Na cidade encontra-se a maior Sinagoga da Península Ibérica e uma das maiores da Europa – a Sinagoga Kadoorie, edificada em 1938. Nela pode conhecer-se a história e religião Judaicas, tomar contacto com importantes objetos históricos e documentos assim como saber mais sobre a Comunidade Judaica do Porto ao longo dos séculos até aos dias de hoje.

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