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Mais Portugal Turismo

Nosso intuito é divulgar Portugal de forma a torná-lo ainda mais conhecido por nossa gente, e internacionalmente através da sua história, arquitetura, gastronomia, belezas naturais e manifestações culturais.

Mais Portugal Turismo

Nosso intuito é divulgar Portugal de forma a torná-lo ainda mais conhecido por nossa gente, e internacionalmente através da sua história, arquitetura, gastronomia, belezas naturais e manifestações culturais.

Lisboa

21.01.22 | TZLX

Visitar Lisboa é mergulhar numa cidade cheia de história, onde os monumentos e museus evocam as descobertas marítimas e são um motivo para ficar e desfrutar de tudo o que a cidade tem para oferecer.

Conheça o centro histórico da cidade. Inspire-se em 800 anos de diferentes influências culturais, misturadas com as tendências e estilos de vida mais atuais, criando contrastes verdadeiramente espetaculares com um caráter e carisma únicos.

Deixe-se encantar!

Mas Lisboa é também uma cidade moderna, onde a hospitalidade, a gastronomia e a diversão se alinham com uma vertente mais profissional, contribuindo para um evento inesquecível!

Segundo a rede CNN, Lisboa é a cidade mais cool da Europa. Elogia a vida noturna da cidade, bem como as “ruas fascinantes” dos bairros históricos. A proximidade de praias fantásticas é também considerada uma grande mais-valia, tal como a gastronomia local.

A capital portuguesa é atualmente um destino turístico de eleição e é considerada a terceira cidade mais hospitaleira do mundo, de acordo com um inquérito realizado pelo tripAdvisor, o maior site de viagens a nível mundial. Em 2018, os World Travel Awards, considerados os Óscares do turismo mundial, atribuíram a Lisboa os prémios “Leading City Destination” e “Leading City Break Destination”.

Deixe-se envolver pelo rio e pelo Fado e delicie-se com todas as particularidades tão especiais da cidade que tornam Lisboa única..

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Fotos: René Christensen

Sesimbra

21.01.22 | TZLX

Quando chegamos a Sesimbra, o mar prende-nos de imediato o olhar, pela sua imensidão. A Baía, ladeada pela Serra da Arrábida a nascente e pelo Porto de Abrigo a poente, destaca-se

Na vila, é obrigatório um passeio pela marginal, junto à praia, onde se situa a maioria dos restaurantes com peixe de Sesimbra, conhecido por ser um dos melhores do mundo. A visita à Fortaleza de Santiago também não se pode dispensar. O monumento seiscentista, situado no meio do areal, foi restaurado recentemente e acolhe o Museu Marítimo de Sesimbra.

Para quem pretende conhecer melhor as tradições ligadas à pesca pode integrar uma das visitas guiadas à lota ou, simplesmente, fazer uma caminhada pelo pontão, de onde se pode observar toda a azáfama da pesca, assim como a chegada e partida das embarcações.

O mar de Sesimbra pode também ser observado de outras formas. Na zona do Porto de Abrigo há diversas empresas que propõem mergulho, canoagem, vela, passeios pedestres, de barco e de bicicleta e muito mais.

Na vila, é indispensável conhecer-se o Núcleo Urbano Antigo, que guarda a alma de uma terra de pescadores, sobretudo as três ruas mais antigas (Esperança, Fé e Caridade) ou o Largo da Marinha, onde os pescadores contemplavam o mar à espera das embarcações, e onde chegou a ser feita a antiga lota.

A Capela do Espírito Santo, situada na zona mais antiga, possui uma riquíssima coleção de arte sacra e um hospital medieval, dos mais bem conservados que existem no nosso país. Um espaço que vale a pena conhecer.

Quem passeia na vila não fica indiferente ao imponente Castelo que se ergue num dos morros sobranceiros à vila. Com 850 anos e classificado como monumento nacional desde 1910, o Castelo de Sesimbra é o último situado à beira-mar que mantém a traça medieval. Os restantes foram transformados em fortalezas. O acesso pode ser feito por percursos pedonais, que dada a altitude a que se situa a fortificação exigem boa forma física, ou pela estrada. No seu interior é possível passear e usufruir de uma vista privilegiada sobre a vila ou visitar as exposições patentes nas duas torres.

Embora seja uma terra conotada essencialmente com a praia e a pesca, o concelho de Sesimbra tem grande parte do seu território em zona rural, ou “o campo”, como normalmente é designada. Perto da vila de Sesimbra, a Moagem de Sampaio, uma antiga moagem recuperada e musealizada pela autarquia, permite perceber a ligação ao mundo rural. Aos fins-de-semana, o edifício recebe uma feira de sabores onde os produtores locais vendem frutas, legumes, pão, mel, doçaria e queijos.

A cerca de 15 quilómetros no sentido poente, encontramos, provavelmente, um dos mais espantosos cenários de Portugal: o Cabo Espichel, de onde se destacam os trilhos de pegadas de dinossáurios, visitáveis através de um percurso pedestre, e o interior da Igreja de Nossa Senhora do Cabo Espichel.

Na costa ocidental do concelho, que se inicia no Cabo, encontramos um conjunto de praias de extensos areais, como as Bicas, o Rio da Prata ou o Meco, conhecidas por terem sido das primeiras onde se começou a praticar o naturismo e pela particularidade de os moradores locais se dedicarem à pesca e à agricultura em momentos distintos do ano.

A Lagoa de Albufeira situa-se a norte da costa de Sesimbra. Já foi a foz do rio Tejo e todos os anos, por altura da Páscoa é aberta para que as suas águas se regenerem e os organismos que a habitam possam manter-se. Na extremidade da Lagoa situam-se a Lagoa Pequena e a Lagoa da Estacada, zonas de Reserva Ecológica Nacional, onde se situa o Espaço Interpretativo da Lagoa Pequena, uma das cinco zonas mais importantes de passagem e nidificação de aves da Europa. O centro está aberto ao público e organiza visitas guiadas.

Uma visita a Sesimbra não pode terminar sem se provar o seu doce mais caraterístico: a Farinha Torrada. Tradição familiar, a Farinha Torrada é associada à atividade pesqueira, pois era levada para o mar pelos pescadores e há quem a considere uma autêntica “barra energética”. É feita à base de farinha, chocolate, açúcar, limão e canela, e o seu aspeto é consistente, em formato de cubo ou retângulo. A Câmara Municipal procedeu ao registo da marca e da receita, e a Farinha, feita de forma tradicional, pode ser encontrada em diversos estabelecimentos locais.

 

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Fotos: René Christensen

Cascais

21.01.22 | TZLX

Situada junto ao mar e tradicionalmente uma aldeia piscatória, Cascais teve um importante desenvolvimento no séc. XIV, quando era porto de escala de grande movimento para os navios que se dirigiam a Lisboa.

Foi no entanto a partir da 2ª metade do séc. XIX, altura em que os banhos de mar começaram a ser apreciados, que Cascais sofreu um impulso que a transformou numa estância de veraneio muito em moda. O principal impulsionador da transformação foi o Rei de Portugal D. Luís I, que em 1870 converteu a fortaleza da cidadela na residência de verão da monarquia portuguesa. Este exemplo foi seguido pela nobreza que aqui construiu palacetes e belíssimas vivendas onde passavam a época mais quente do ano, transformando por completo a antiga vila de pescadores.

Cascais passou a atrair também os passeios dos curiosos, cujo acesso ficou mais facilitado pela inauguração da linha de Caminho de Ferro entre Pedrouços e Cascais em 1889. Hoje em dia, Cascais é uma localidade muito animada e cosmopolita, que conserva ainda o seu ar aristocrático.

Recomenda-se um passeio pelas suas ruas que possuem lojas de excelente qualidade ou uns momentos de repouso numa das muitas esplanadas que aqui existem. As praias continuam a ser um dos maiores motivos de atracção, sendo possível escolher entre as que se situam na baía abrigada da vila, ou as que ficam um pouco mais afastadas na zona do Guincho (integradas já no Parque Natural Sintra-Cascais) que oferecem condições excelentes para a prática de surf e windsurf. A Boca do Inferno, uma reentrância da costa cercada de rochedos escarpados e de cavernas, continua a ser uma curiosidade natural que atrai muitos visitantes para ver a força do mar.

Destaque para a gastronomia, especialmente os peixes frescos e mariscos, que se poderão saborear nos muitos restaurantes existentes na região.  

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Fotos: René Christense

Évora

21.01.22 | TZLX

Évora, é uma cidade que é um livro de história de arte portuguesa.

Para a visitar, a melhor forma de o fazer é a pé, percorrendo as ruas estreitas, de casas brancas, para se ir descobrindo os monumentos e os pormenores que revelam a história de Évora e a riqueza do seu património.

Pelo seu ambiente tranquilo e acolhedor, vai ser fácil perceber porque é que esta cidade, que teve origem na época romana, foi escolhida pelos reis de Portugal no séc. XV para viver, facto que contribuiu para o desenvolvimento e importância cultural que teve nos séculos seguintes. Na verdade, foi a sua longa história, e o facto de se ter preservado um conjunto urbano representativo dos séculos XVI a XVIII até aos dias de hoje, que levou a UNESCO a classificar Évora como Património Mundial.

Para começar, a Praça do Giraldo...

É o coração da cidade e um ponto de encontro por excelência, com cafés, esplanadas, lojas e o posto de turismo. Num dos extremos, fica a Igreja de Santo Antão e o Chafariz de mármore com 8 bicas, representando as 8 ruas que aí vão dar.

Uma sugestão de itinerário

Partindo das arcadas na Praça do Giraldo, faça um primeiro percurso pelos principais pontos de interesse: o Templo e as termas romanas, as muralhas medievais, a Sé, a Igreja da Graça e a Igreja de São Francisco, com a sua curiosa Capela dos Ossos.

Se houver tempo, não deixe de incluir o Museu de Évora, a Fundação Eugénio de Almeida, e a antiga Universidade, fundada no séc. XVI, uma das razões para o espírito jovem e descontraído que encontramos em Évora. Vale ainda a pena passear pelo romântico Jardim onde se encontra o Palácio de D. Manuel e visitar a Ermida de São Brás, já fora de muralhas.

Seja por motivos culturais ou para passar um fim de semana calmo, Évora é uma cidade inspiradora e com muito a conhecer. Fora da cidade, o melhor é seguir as estradas secundárias para apreciar a paisagem alentejana. Se gosta de arqueologia, tome a EN114, em direção a Guadalupe e descubra, a 3 km, o Cromeleque dos Almendres, o maior da Península Ibérica. São 95 monólitos, com milhares de anos e com um propósito ainda por desvendar.

A torre da Sé e o Templo

São verdadeiros ex-libris da cidade e farão parte, com certeza, do álbum fotográfico. A Torre da Sé é facilmente reconhecida pela sua forma particular, numa combinação de torres cónicas pouco habituais na arquitetura portuguesa. No meio da cidade, pode ser um bom guia para ver onde se encontra. Saiba ainda que a Sé de Évora é a maior catedral medieval do país.

Muito perto, no largo Conde Vila Flor, destaca-se o grande Templo de origem romana, símbolo do culto imperial, que durante séculos se pensou ser dedicado à Deusa Diana.

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Fotos: René Christensen

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Elvas

21.01.22 | TZLX

Esplêndida e grandiosa construção da Praça de Elvas situada numa grande elevação a Norte.
Exemplo notável da arquitetura militar do séc. XVIII e considerada por muitos historiadores como uma das mais poderosas fortalezas abaluartadas do mundo, o Forte da Graça ou de Lippe é ainda original pela sua conceção e implantação.

Esta elevação foi desde sempre bastante importante: ainda no séc. XV aqui se situava a pequena ermida de Santa Maria da Graça, cuja reedificação na altura se deveu à bisavó de Vasco da Gama; na Guerra da Restauração, em 1658, os espanhóis construíram aqui um reduto para atacar a cidade de Elvas.
A edificação da fortificação começaria em 1763 por Wilhelm, Conde de Schaumbourg-Lippe, encarregado pelo rei D. José a reorganizar o exército português. Para dirigir as obras foi escolhido o Engenheiro Éttiene, sendo este pouco tempo depois substituído pelo Coronel Guillaume Louis Antoine de Valleré. As obras gigantescas só terminariam em 1792.

Constituído por três corpos, as obras exteriores, o corpo principal e o reduto central, o Forte da Graça é um exemplo da arquitectura militar de tipologia Vauban. O corpo central é formado por quatro baluartes tendo a meio da cortina sul a porta principal de uma beleza fenomenal.
Em 1856 já a guerra tomava outros caminhos e neste espaço foi criada uma companhia de correção e em 1894 um depósito disciplinar onde estiveram vários presos políticos desde a 1ª República até 1974.

O monumento foi alvo de intervenção, ao longo de 11 meses, tendo sido inaugurado a 27 de novembro de 2015. Esta intervenção traduziu-se na recuperação da casa do governador, o ponto mais alto do forte, das casas dos oficiais e restantes elementos arquitetónicos, tendo sido ainda repostas todas as cores e materiais originais do Forte e recuperadas as estruturas, nomeadamente a cisterna, a prisão, as galerias de tiro e a capela, onde foram descobertos frescos do século XIX, também eles alvo de intervenção

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Fotos: René Christensen

Marvão

21.01.22 | TZLX

Entre Castelo de Vide e Portalegre, a poucos quilómetros de Espanha, encontramos a tranquila vila de Marvão, no ponto mais alto da Serra de São Mamede.

O Monte de Ammaia, como era conhecido, deve o seu atual topónimo ao facto de ter servido de refúgio a Ibn Marúan, um guerreiro mouro, durante o séc. IX. O domínio árabe, que durou alguns séculos, terminou quando a campanha militar de 1160/66 da Reconquista Cristã aqui teve mais uma vitória, sob a ação de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal.

Geograficamente, Marvão é um ponto de defesa estratégico natural, marcado por encostas muito íngremes a Norte, Sul e Oeste, e com acesso a pé apenas pelo lado Este, para onde se desenvolveu a povoação.

Este facto não foi indiferente a conquistadores e a reis, que sempre se preocuparam com o reforço do castelo e das muralhas. Teve um papel fundamental em grandes conflitos militares, dos quais se recordam a luta entre o rei D. Dinis e seu irmão D. Afonso (1299), a Crise Dinástica de 1383-85, as Guerras da Restauração da Independência (1640-68), a Guerra da Sucessão de Espanha (1704-12) ou as Guerras Peninsulares (1807-11). A importância de Marvão foi reconhecida quando foi elevada a vila por D. Sancho II, em 1266. O foral foi renovado por D. Dinis, em 1299, e pelo Foral Novo de D. Manuel, em 1512, que deixou a sua ação assinalada pelo Pelourinho e pelas armas reais colocadas no edifício dos Paços do Concelho.

Dentro das muralhas, revela-se um bonito conjunto de arquitetura popular alentejana. Nas estreitas ruas de Marvão, descobrem-se facilmente arcos góticos, janelas manuelinas, varandas de ferro forjado embelezando as casas e outros detalhes de interesse em recantos marcados pelo granito local.

Do património edificado, para além do castelo e das muralhas que dificilmente se esquecem, destacam-se a Igreja de Santa Maria, transformada em Museu Municipal, a Igreja de Santiago, a Capela renascentista do Espírito Santo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, fora das muralhas.

Um dos principais motivos para visitar a vila é a bela vista sobre a região. Elegemos como miradouros a alta Torre de Menagem e a Pousada de Santa Maria, uma adaptação de duas casas da aldeia, onde também poderá descansar e saborear a gastronomia regional.

A Festa do Castanheiro, que se realiza em Novembro, é uma excelente oportunidade para a visita e para conhecer as gentes e costumes locais.

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Fotos :  René Christensen

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